Análise do EMIS
Emis cearense do Evilásio, nosso eterno "Bugólatra". Faróis de Fiat 147.

Análise do EMIS

Um pouco de história Nossa análise do Emis começa em 1980, no Rio de Janeiro, quando o empresário Eduardo MIranda dos Santos resolveu desenvolver seu projeto de buggy. Paulo Renha, o engenheiro que desenvolveu o triciclo Renha e o "Formigão", projetou o chassi do Emis, completamente diferente do que existia até aquele momento, mas mantendo o mesmo estilo do chassi do Fusca, em forma de túnel. No logo original do Emis, o pingo do "i" é o logo da Renha. Um chassi fabricado a partir de duas vigas de ferro em "U", soldadas de forma a formar um retântulo que servia de tunel central. Em parte, semelhante ao do próprio Fusca, que…

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Análise do BRM M3
Pequeno capô do motor

Análise do BRM M3

A BRM - Um Pouco de História Em 1969, quando os buggies apareceram no Brasil, Roberto Oscar Martini e outro sócio, montaram a BRM Buggy Rodas e Motores Ltda. Instalava-se em São Paulo uma das mais tradicionais empresas de buggies no Brasil, inicialmente  para montar buggies a partir de kits das empresas Glaspac e Bugre. Daí nasceram os modelos M1 e M2, "pseudônimos" destes buggies fabricados por terceiros.  Mas era preciso evoluir e esta mudança veio logo. Em 1973, depois de já ter montado e vendido , segundo a Lexicar, mais de 1500 buggies, a BRM lançou seu primeiro modelo, projetado e fabricado por eles.  A BRM não fabricou kits para venda, mantendo a montagem…

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Análise do Bugre II
Logo atual da Bugre

Análise do Bugre II

Análise do Bugre II - Um Clássico do Planeta Buggy Continuando a série de análise de buggies brasileiros, o Planeta apresenta sua segunda análise, o Bugre II, outro dos Clássicos do Planeta. A Bugre é uma empresa carioca que está no mercado desde 1970  até os dias de hoje. Seu modelo de maior sucesso (na visão do Planeta), é o Bugre II, lançado em 1972, posteriormente aprimorado passando a ser chamado de Bugre IV.  Um fato interessante, lembrado pelo Cristiano, é que os buggies da década de 70 e até 80, mantinham o ano de fabricação do carro doador. Assim, é comum encontrar buggies com ano de fabricação anteriores à própria existência…

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Análise do Glaspac

Análise do Glaspac Com este post, o Planeta inaugura um novo cantinho para os aficionados: a análise - superficial, provavelmente - dos buggies brasileiros. Não é intenção chegar ao detalhe de estilo, que não temos formação para isso, mas apenas sob o olhar de alguém apaixonado por buggies.  E isto nos leva a outro ponto deste espaço. Precisamos que os proprietários de buggies mandem suas ideias sobre seus próprios buggies, o que gostam, o que não gostam, o que poderia ser (e, eventualmente foi) melhorado. Mas sempre focando nos detalhes originais do buggy, como ele foi projetado e fabricado. Claro que este primeiro post só poderia ser feito com o Glaspac, que…

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